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Um cálculo baseado em comparações estatísticas com outros tipos de incidentes aéreos

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Teria de haver um número expressivo de UFOs no espaço aéreo terrestre para honrar tal estatística. Ilustração. Crédito: Exosphere3D

Em todo o mundo vários fatores têm sido relacionados a acidentes de aeronaves. As colisões com pássaros/aves, por exemplo, é fato preocupante observado em número relevante de casos, inclusive no Brasil.
“Esse é um problema bastante significativo. Houve mais de 200 mortes nos últimos 20 anos devido aos pássaros em todo o mundo e 5.000 impactos com esses animais são reportados anualmente”, afirmou
Kevin Poormon, pesquisador e engenheiro do Instituto de Pesquisa da Universidade de Dayton, nos Estados Unidos.
A Administração Federal de Aviação Norte-Americana (
FAA) exige que os aviões possam resistir a impactos de aves com cerca de três quilos e meio, mas por outro lado, de acordo com a Aviation Safety Review, 706 milhões de passageiros voaram em 7,15 milhões de vôos no planeta durante o período de uma década, isso de 1990 a 1999.
Ora, se tivemos 7,15 milhões de vôos em 10 anos então são cerca de 715 mil anuais pelo planeta. Como há uma média de 5.000 colisões por pássaros/aves contra aeronaves por ano, a chance de um pássaro colidir com uma delas seria de uma em 143 vôos. Para que tal impressionante estatística possa se mostrar verdadeira temos que imaginar um número realmente grande de aves sobrevoando os céus a todo instante.
A questão dos UFOs
Em 30 anos seriam 21,4 milhões de vôos acompanhados por cerca de 150 mil colisões de pássaros por ano. Se considerarmos que aproximadamente em 30 anos um  único UFO tenha se chocado contra um avião, então temos a chance de uma colisão contra UFO a cada 21 milhões de vôos. Ocorre que neste período também há relatos de colisões no EUA e em Israel mudando os números para uma colisão a cada 7,15 milhões de vôos.
Um dos indicadores, mais recentes, não pode ser ignorado.
Na China um objeto voador não identificado fez aviões desviarem suas rotas devido ao receio de colisão. E não foi a primeira vez que isto ocorreu em território chinês em 2010. No mês de julho, em Xiaoshan, província de Zhejiang, viu um estranho objeto piscar uma luz brilhante.
Outro caso foi no verão em Hong Kong. Desta vez, foi em um aeroporto no interior da Mongólia, que faz parte da China. Os controladores de vôo que viram o objeto disseram que tentaram, sem sucesso, fazer contato por rádio. Com isso, decidiram desviar três vôos entre as cidades chinesas de Pequim e Xangai para aeroportos próximos.
Um porta-voz disse: “Para garantir a segurança, as aeronaves tiveram que pousar em aeroportos secundários devido ao risco de colisão”.  As autoridades chinesas se recusaram a comentar, mas alguns especialistas acreditam que as três aparições, que têm o formato tubular, poderiam ser evidências de um avião militar chinês novo.
Se montarmos uma regra de três simples veremos que teria de haver um número expressivo de UFOs no espaço aéreo terrestre para honrar tal estatística. Se estes relatos de colisões na literatura ufológica são verídicos, então estamos sendo monitorados numa intensidade e freqüência inimagináveis.

Fonte: www.ufo.com.br

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Uma das mais respeitadas academias científicas mundiais pede organização de grupo para assuntos extraterrestres

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A questão parece estar cada vez mais constante entre o meio científico e político mundial . Crédito: Ufoforums

A revista Philosophical Transactions, publicada pela sociedade científica britânica Royal Society, adverte em sua última edição que os Governos do mundo deveriam se preparar para um possível encontro com uma civilização extraterrestre, que poderia ser violenta.
A publicação, que este mês dedica um número completo ao tema da vida extraterrestre, argumenta que se o processo de evolução seguir em todo o universo padrões darwinistas, tal como ocorre na Terra, as formas de vida que entrariam em contato com os seres humanos poderiam “ter tendência à violência e à exploração dos recursos”.
Por esse motivo, os cientistas reivindicam que a Organização das Nações Unidas (ONU) configurem um grupo de trabalho dedicado a “assuntos extraterrestres” com a capacidade de delinear um plano a ser seguido em caso de contato alienígena.
“Devemos estar preparados para o pior no caso de encontrarmos uma civilização extraterrestre”, alerta o professor de paleobiologia evolutiva na Universidade de Cambridge, Simon Conway Morris, que considera que a vida biológica deve ter em todo o universo características similares às da terra.
Morris acredita que se existem alienígenas inteligentes “são parecidos conosco”, algo que, “diante da nossa não muito gloriosa história”, deveria “nos fazer refletir”.

Fonte: Portal UFO

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Promessa de muito mais pela frente. Imagem ilustrativa. Crédito: News Discovery

A missão da sonda Kepler, da Agência Espacial Norte-Americana (NASA), detectou o menor planeta já descoberto fora do Sistema Solar. Chamado de Kepler 10-b, o exoplaneta é rochoso, mede 1,4 vez o tamanho da Terra, tem massa de 4,6 vezes a nossa e densidade média de 8,8 gramas por centímetro cúbico – similar à de um haltere de ferro. O achado baseia-se em oito meses de dados coletados pela sonda, entre maio de 2009 e janeiro de 2010.
“Todas as melhores ferramentas da Kepler convergiram para produzir a primeira evidência sólida de um planeta rochoso que orbita uma estrela diferente do Sol”, disse Natalie Batalha, da equipe do Centro de Pesquisas Ames, órgão ligado à agência espacial e principal autora de um artigo sobre a descoberta publicado na revista científica Astrophysical Journal. “Em 2010, a equipe da sonda assumiu o compromisso de encontrar rastros de pequenos planetas em nossos dados, e agora começamos a obter os resultados”, destacou.
O fotômetro ultrapreciso da Kepler mede a pequena diminuição no brilho de uma estrela quando um planeta passa na frente dela. O tamanho do orbe pode ser derivado dessas depressões periódicas no brilho. A distância entre o planeta e a estrela é calculada medindo o tempo entre essas sucessivas oscilações enquanto o primeiro orbita a segunda.
A Kepler é a primeira missão da NASA capaz de encontrar planetas do tamanho da Terra dentro ou perto da zona considerada habitável – região em um sistema planetário onde a água líquida pode existir na superfície. No entanto, uma vez que mantém uma órbita de 0,84 dia (o que significa que completa uma volta em torno de sua estrela principal, a Kepler 10, a cada 20 horas), o exoplaneta Kepler 10-b está mais do que 20 vezes mais próximo de sua estrela do que Mercúrio está do Sol, ou seja, fora da zona habitável.
A Kepler 10 é a primeira estrela identificada que poderia abrigar um planeta em trânsito de pequeno porte, o que a coloca no topo da lista de observações terrestres feitas pelo telescópio de 10 metros do Observatório W.M. Keck, no Havaí.
“A descoberta do Kepler 10-b é um marco significativo na busca por planetas semelhantes ao nosso”, avaliou Douglas Hudgins, cientista do programa Kepler na sede da NASA, em Washington. “Embora o planeta não esteja na zona habitável, essa emocionante descoberta evidencia os tipos de achados possíveis graças à missão da sonda e comprova a promessa de muito mais ainda por vir”, afirmou.

Fonte: Portal UFO

Os habitantes de Barrios Altos, em Lima , no Peru, afirmam terem sido testemunhas do que poderia ser, o primeiro avistamento ovni do ano de 2011.
O fenómeno foi gravado por duas câmaras de vídeo, desde dois ângulos diferentes, com perto de 30 minutos de duração. As imagens foram captadas no passado dia 4 de Janeiro de 2011, ás 19:30h, e foram mostradas ao ufólogo Mário Zegarra que deu crédito ás imagens afirmando; “definitivamente que é um ovni, só temos que confirmar com o aeroporto Jorge Chávez, para saber se a essa hora detectaram algum eco de radar não identificado”… disse o especialista em declarações para o canal de televisão ATV.
Ainda, e de acordo com as testemunhas, naquela zona é habitual ver este tipo de fenómenos que deixam os moradores conturbados.

UFO filmado no Peru

Fonte: http://www-ufologia.blogspot.com

Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=NvW8-7EQU2A&feature=related

Radiação infravermelha e raios-x possibilitaram nova imagem do astro.
Dois observatórios da agência espacial europeia permitiram o registro.

Galáxia de Andrômeda, a mais próxima das Via Láctea, é fotografada por satélites da agência espacial europeia em foto divulgada nesta quarta-feira (5). Os observatórios Herschel e XMM-Newton

A galáxia de Andrômeda, a mais próxima da Via Láctea, ganhou uma nova ‘cara’ após trabalho de astrônomos da agência espacial europeia (ESA, na sigla em inglês), com imagem divulgada nesta quarta-feira (5). Radiação infravermelha (em vermelho na foto) e raios-x (azul) foram captados, respectivamente, pelos observatórios espaciais Herschel e XMM-Newton, gerando a foto acima, útil aos cientistas para notar regiões de formação e morte estelar. Andrômeda está localizada a 2 milhões de anos-luz da Terra. É um dos corpos mais distantes do nosso planeta possível de ser visto a olho nu. (Foto: ESA)

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/